______Há aqui, algumas incógnitas. Menos do que textos, mais do que confissões... Puras e inocentes divagações. Este endereço, ao qual recorri em dias tristes e nebulosos, em um passado não tão longe, foi meu diário adolescente. Confesso, (in)felizmente, que periodicamente, volta ao seu estado original, mas isso pode ser abafado. O caso é que este meu esconderijo talvez esteja ficando mais popular.
______Isso começou, tão tarde, pela minha relutância. Relutância advinda do medo da incompreensão. Felizmente (desta vez, realmente feliz) descobri que não sou assim tão louca ou dramática. Tem que, goste... E (torço eu, de dedos cruzados), até admire.
______Com uma introdução já muito longa, vou enfim ao asterisco propriamente dito. Pensei em diferenciar os textos das divagações, para possíveis visitas anônimas (ou não tão anônimas assim). Por que? Pois minha relutância acabou. Reconheci meu sonhado futuro e, mais ainda, admiti e escrevi na testa: quero escrever para sempre, e quero ser lida, não ouvida.
______Sonho, mas tento não ser utópica. Torço para que cada possível visitante goste dos meus textos, e acho mais fácil gostar de textos com alguma opinião ou fato relatado, do que uma procura (nem sempre completa) de algum sentido para uma vida adolescente. Ditos os motivos... Como separaria meus textos? Uma simpática estrelinha nos textos desnecessários. Parceiros de uma legenda, logicamente, esclarecendo o que seriam os textos especiais. Foi aí que percebi: seriam especiais... Exatamente o contrário do que eu queria. Queria que eles fossem ignorados. Por que não excluo? Posso negar, mas continuarão fazendo parte de mim. E até gosto deles, fazem parte de mim. E por mais que, nesta primavera em que me encontro, eles não carreguem consigo sentido ou sentimento nenhum (fora uma possível poesia ou musicalidade, mas nenhuma rima), um dia essas mesmas palavras, agora um pouco mais vazias, já foram a minha descrição. Mesmo que por alguns dias, ou só por apenas alguns minutos.
______Sonho, mas tento não ser utópica. Torço para que cada possível visitante goste dos meus textos, e acho mais fácil gostar de textos com alguma opinião ou fato relatado, do que uma procura (nem sempre completa) de algum sentido para uma vida adolescente. Ditos os motivos... Como separaria meus textos? Uma simpática estrelinha nos textos desnecessários. Parceiros de uma legenda, logicamente, esclarecendo o que seriam os textos especiais. Foi aí que percebi: seriam especiais... Exatamente o contrário do que eu queria. Queria que eles fossem ignorados. Por que não excluo? Posso negar, mas continuarão fazendo parte de mim. E até gosto deles, fazem parte de mim. E por mais que, nesta primavera em que me encontro, eles não carreguem consigo sentido ou sentimento nenhum (fora uma possível poesia ou musicalidade, mas nenhuma rima), um dia essas mesmas palavras, agora um pouco mais vazias, já foram a minha descrição. Mesmo que por alguns dias, ou só por apenas alguns minutos.
______São todos diferentes e todos especiais, para mim. E, ao mesmo tempo, são todas a mesma coisa: eu. Então, aqui estou eu, para quem quiser ler e conhecer, nunca ouvir. Com minhas crônicas, dissertações e divagações. Eu em pedaços, mas inteiramente eu.